Austrália

Austrália

Um banquete em Melbourne

Paisagens deslumbrantes,
e vivências para todos os gostos

A vida merece extravagâncias, pelo menos de vez em quando. E aqui estamos, prontos para saciar um dos mais nobres de nossos sentidos, o paladar.

A fachada do lugar é simples. Uma pitoresca construção de tijolos à vista espremida entre lojas típicas de um bairro de subúrbio. Do lado de dentro, outra atmosfera. Pessoas bem vestidas, música sofisticada e decoração um tanto luxuosa. Mas sem formalidades.

A alma da casa é um jovem e talentoso chef estrangeiro. Ele não tem tatuagens, mas é considerado um dos melhores do mundo. Optamos pelo menu degustação, com vinhos para harmonizar. O pão caseiro no início da refeição é o cartão de visitas da casa. Feito com um tipo local de noz – a macadâmia, é servido com uma manteiga que parece evocada dos céus.

Os sentidos estão aguçados. O vinho realça os sabores da comida. Com ingredientes regionais, os pratos se sucedem, sem pressa. A conversa flui em meio a aromas e gostos fora do comum. Chega um prato com tomate e dez tipos de manjericão. Hummm... É difícil imaginar o que simples vegetais são capazes de fazer com nossos sentidos.

Um banquete dos deuses. O sucesso tem a assinatura de Ben Shewry, cozinheiro e dono do restaurante, que fica na periferia de Melbourne, a meca multicultural e bênção culinária de um país que tem muito a oferecer, e você tem de conhecer, a Austrália.

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Nova Zelândia
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Nova Zelândia

Nova Zelândia

Uma aventura em Queenstown

Paisagens deslumbrantes,
cultura ímpar e vivências cosmopolitas

Nosso destino, no alto da montanha, deve ter uns 500 metros de elevação. Avistamos a cidade e seu grande lago através das janelas panorâmicas da gôndola. O frio na barriga é inevitável.

Já fora do teleférico, caminhamos até a pista. Parecem carrinhos de rolimã. Mas aqui o carrinho é um pouco diferente. Inspirado no “luge” (aquele dos jogos olímpicos de inverno), ele é de plástico e pilotado com as mãos.

Colocamos o capacete e nos acomodamos. Começamos, então, a descer por um corredor estreito. Impossível conter o grito: “Uhuuuu”. A pilotagem é fácil e intuitiva. Optamos pela pista de iniciantes, para fazer um passeio cênico. São dois quilômetros de descida, cortando uma floresta com mirantes espetaculares para as fotos.

Na minha frente, um casal desce em dois carrinhos. O pai leva o filho pequeno entre as pernas. Puxo o volante para ganhar velocidade. A adrenalina sobe. Parece uma corrida de verdade. A cada curva, mais e mais gargalhadas. Como é bom voltar a ser criança!

Terminada a descida, com a alma leve, dá para entender por que a deslumbrante Nova Zelândia, país que emprestou seus espetaculares cenários para as filmagens de “Senhor dos Anéis”, é também a capital mundial dos esportes de aventura, ainda que o “skyline luge” não seja lá das atividades mais radicais, como o bungee jump e a escalada em geleiras.

Nova Zelândia

Nova Zelândia

Uma aventura em Queenstown

Uma aventura em Queenstown

Nosso destino, no alto da montanha, deve ter uns 500 metros de elevação. Avistamos a cidade e seu grande lago através das janelas panorâmicas da gôndola. O frio na barriga é inevitável.

Já fora do teleférico, caminhamos até a pista. Parecem carrinhos de rolimã. Mas aqui o carrinho é um pouco diferente. Inspirado no “luge” (aquele dos jogos olímpicos de inverno), ele é de plástico e pilotado com as mãos.

Colocamos o capacete e nos acomodamos. Começamos, então, a descer por um corredor estreito. Impossível conter o grito: “Uhuuuu”. A pilotagem é fácil e intuitiva. Optamos pela pista de iniciantes, para fazer um passeio cênico. São dois quilômetros de descida, cortando uma floresta com mirantes espetaculares para as fotos.

Na minha frente, um casal desce em dois carrinhos. O pai leva o filho pequeno entre as pernas. Puxo o volante para ganhar velocidade. A adrenalina sobe. Parece uma corrida de verdade. A cada curva, mais e mais gargalhadas. Como é bom voltar a ser criança!

Terminada a descida, com a alma leve, dá para entender por que a deslumbrante Nova Zelândia, país que emprestou seus espetaculares cenários para as filmagens de “Senhor dos Anéis”, é também a capital mundial dos esportes de aventura, ainda que o “skyline luge” não seja lá das atividades mais radicais, como o bungee jump e a escalada em geleiras.

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África do Sul

África do Sul

Um safári no Kruger Park

Saímos bem cedo e a temperatura ainda está baixa na savana. Estamos em seis, sentados dois a dois em um 4x4. Os dois guias, um ao volante e outro na cadeirinha adaptada na frente do veículo, estão atentos a tudo, sons, pegadas e cheiros.

Em meio à vegetação, notamos movimento. O guia acelera. Um vulto se move, na verdade, dois. Ao alcance de nossa visão está um casal de raros rinocerontes-brancos. “Permaneçam sentados, não façam movimentos bruscos e mantenham-se em silêncio”, orienta o guia. Somos observados. Os rinocerontes são animais muito fortes, com chifres intimidadores. Mas paramos a uma distância segura para registrar o momento.

Seguimos, então, em busca de outros animais. Depois de um tempo, os guias gesticulam, param, observam o terreno, franzem a testa. Eis que um deles nota algo e pisa fundo. Contornamos um bando de zebras até parar diante de uma clareira. E ela está lá, impávida. Chegamos mais perto para fotografar. Um momento especial, e tenso. Uma inspiradora leoa com olhar penetrante, pronta para abater sua presa.

Para terminar o passeio, um piquenique ao pôr do sol em meio à savana, com aperitivos, vinhos locais e Amarula, a bebida símbolo do país. Voltamos ao nosso Lodge sob a lua e o céu estrelado.

Em quatro dias de safári, tivemos a sorte de ver os cinco mamíferos mais desejados, os chamados “Big Five”. Esqueça tudo o que você já viu em zoológicos, parques temáticos ou documentários. Estar frente a frente com os mais adoráveis e temidos animais em seu próprio habitat, livres, te reconecta com a vida. Sim, venha para África do Sul!

Saímos bem cedo e a temperatura ainda está baixa na savana. Estamos em seis, sentados dois a dois em um 4x4. Os dois guias, um ao volante e outro na cadeirinha adaptada na frente do veículo, estão atentos a tudo, sons, pegadas e cheiros.

Em meio à vegetação, notamos movimento. O guia acelera. Um vulto se move, na verdade, dois. Ao alcance de nossa visão está um casal de raros rinocerontes-brancos. “Permaneçam sentados, não façam movimentos bruscos e mantenham-se em silêncio”, orienta o guia. Somos observados. Os rinocerontes são animais muito fortes, com chifres intimidadores. Mas paramos a uma distância segura para registrar o momento.

Seguimos, então, em busca de outros animais. Depois de um tempo, os guias gesticulam, param, observam o terreno, franzem a testa. Eis que um deles nota algo e pisa fundo. Contornamos um bando de zebras até parar diante de uma clareira. E ela está lá, impávida. Chegamos mais perto para fotografar. Um momento especial, e tenso. Uma inspiradora leoa com olhar penetrante, pronta para abater sua presa.

Para terminar o passeio, um piquenique ao pôr do sol em meio à savana, com aperitivos, vinhos locais e Amarula, a bebida símbolo do país. Voltamos ao nosso Lodge sob a lua e o céu estrelado.

Em quatro dias de safári, tivemos a sorte de ver os cinco mamíferos mais desejados, os chamados “Big Five”. Esqueça tudo o que você já viu em zoológicos, parques temáticos ou documentários. Estar frente a frente com os mais adoráveis e temidos animais em seu próprio habitat, livres, te reconecta com a vida. Sim, venha para África do Sul!

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Tailândia

Tailândia

Um mergulho nas ilhas Phi Phi

A areia é branca, e muito fina. Faz até aquele barulhinho quando a gente pisa. Um pouco mais adiante, amarrado a uma estaca fincada na praia, o barco de madeira nos aguarda. Somos em dez, brasileiros, europeus e norte-americanos, de diferentes idades, incluindo um casal em lua de mel.

A água é cristalina. Molhamos os pés para embarcar. Já a bordo, um toldo de lona nos protege do sol. Faz muito calor. Nosso marinheiro lembra um lutador de Muay Thai, arte marcial originária daqui.

Estamos em movimento, vento no rosto. Sorrio diante da imensidão do mar. Uma tartaruga marinha surge ao nosso lado. A sensação é de um bem-estar da alma. Respiro fundo. Ao abrir os olhos, no horizonte, avisto um conjunto de rochas que brotam do mar. São enormes, parecem fiordes escandinavos. Só que em um lugar onde os termômetros marcam mais de trinta graus.

Navegamos para uma garganta de mar azul turquesa entre duas gigantescas pedras. Ao entrarmos, o barqueiro diminui a velocidade. Mais alguns metros e ele desliga os motores... Silêncio extasiante! Estamos em um cenário de cinema – talvez o do filme “A Praia”, com Leonardo DiCaprio, gravado nas redondezas.

O mar nos chama. Com snorkel e nadadeiras, entramos na água. Tente imaginar um mergulho refrescante em um aquário natural, formado por um jardim de corais com peixes de todos os tamanhos nas mais variadas cores. Na verdade, para ser bem honesta, é difícil imaginar. Só mesmo estando aqui, em um dos mais exóticos e encantadores destinos do mundo, a Tailândia.  

Tailândia

Tailândia

Um mergulho nas ilhas Phi Phi

A areia é branca, e muito fina. Faz até aquele barulhinho quando a gente pisa. Um pouco mais adiante, amarrado a uma estaca fincada na praia, o barco de madeira nos aguarda. Somos em dez, brasileiros, europeus e norte-americanos, de diferentes idades, incluindo um casal em lua de mel.

A água é cristalina. Molhamos os pés para embarcar. Já a bordo, um toldo de lona nos protege do sol. Faz muito calor. Nosso marinheiro lembra um lutador de Muay Thai, arte marcial originária daqui.

Estamos em movimento, vento no rosto. Sorrio diante da imensidão do mar. Uma tartaruga marinha surge ao nosso lado. A sensação é de um bem-estar da alma. Respiro fundo. Ao abrir os olhos, no horizonte, avisto um conjunto de rochas que brotam do mar. São enormes, parecem fiordes escandinavos. Só que em um lugar onde os termômetros marcam mais de trinta graus.

Navegamos para uma garganta de mar azul turquesa entre duas gigantescas pedras. Ao entrarmos, o barqueiro diminui a velocidade. Mais alguns metros e ele desliga os motores... Silêncio extasiante! Estamos em um cenário de cinema – talvez o do filme “A Praia”, com Leonardo DiCaprio, gravado nas redondezas.

O mar nos chama. Com snorkel e nadadeiras, entramos na água. Tente imaginar um mergulho refrescante em um aquário natural, formado por um jardim de corais com peixes de todos os tamanhos nas mais variadas cores. Na verdade, para ser bem honesta, é difícil imaginar. Só mesmo estando aqui, em um dos mais exóticos e encantadores destinos do mundo, a Tailândia.  

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Chile

Chile

Uma expedição no deserto do Atacama

Uma expedição no deserto do Atacama

Nosso hotel fica em um vilarejo com ruas de terra no meio do deserto. O clima é árido e o sol, ardente. À noite, faz muito frio. Mas sua vida jamais será a mesma depois de ver de perto as paisagens deste lugar, que um dia foi o fundo do mar.

Partimos no meio da tarde para uma atração de nome sugestivo, o Vale da Lua. Optamos pelo passeio de carro, mas poderíamos ter ido a pé ou de bicicleta. Já dentro do parque, entramos em uma trilha estreita e caminhamos através de cânions e cavernas com formações rochosas à base de sal.

Depois de vencer um paredão de pedra, temos uma ideia do esplendor do vale. O visual panorâmico desta vasta área vulcânica circundada por uma cadeia de montanhas é simplesmente mágico.

Montanhas, pedras e dunas compõem um cenário que realmente lembra o solo lunar. Paramos para fotografar. O céu azul sem nuvens ajuda. Percorremos três quilômetros sobre a areia, levantando poeira do deserto. Um espetáculo de cores e formas em meio a um silêncio profundo, só quebrado pelo sopro do vento. Ficamos ali até um inesquecível pôr do sol, ouvindo histórias de vulcões, vicunhas e flamingos-rosas.

Depois de visitar vinícolas, conhecer a gastronomia de Santiago e passar pelo deserto do Atacama antes de seguir para a Patagônia, a sensação é a de que o Chile tem muito mais riquezas turísticas do que podemos sonhar.

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Link Roteiro Chile

Se você tem o sonho de ver a neve de pertinho, esquiar pela primeira vez e viver momentos inesquecíveis com as crianças, o Valle Nevado é uma excelente escolha. 

Se você tem o sonho de ver a neve de pertinho, esquiar pela primeira vez e viver momentos inesquecíveis com as crianças, o Valle Nevado é uma excelente escolha. E ainda conheça o lado mais cultural do país em Santiago, cheia de história, arte, bons restaurantes e vinhos. Neste roteiro, a programação é para diversão de toda a família!

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Viajar para o México é um passeio perfeito com as crianças, pois o país conta com excelentes Resorts e estrutura para quem vai passear com os pequenos.

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Link Roteiro Califórnia

A Califórnia é um dos melhores destinos para uma "road trip" em família. Tem programação para todos os gostos e idades.

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